“Uma dor que não cabe no peito. Uma
derrota que não é só placar, é projeto de vida adiado, é churrasco marcado pra
comemorar, que virou silêncio na sala. É
o menino que pintou a cara, o avô que acordou de madrugada, a bandeira que
ficou dobrada no canto. "Há derrotas que não terminam no apito final"
É verdade. O apito é só o começo do luto. O luto de 200 milhões de técnicos, de
200 milhões de corações que ensaiaram o grito e engoliram seco. "Perder
faz parte" não consola. Não consola mesmo. A gente não quer frase feita
quando o sonho sangra. A gente quer colo.” Hélio Barreto

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